09 Dezembro 2009

Natureza na melhor forma

No Diário Catarinense de hoje:
Chega às livrarias hoje A Mata Atlântica da Ilha de Santa Catarina, resultado da colaboração de duas biólogas – Victoria Bisheimer e Cristina Santos – com o jornalista e fotógrafo Victor Emmanuel Carlson. A obra, que será lançada hoje à noite, trata dos ambientes, da flora e da fauna local.
Em suas 272 páginas, o livro apresenta textos detalhando os diferentes ambientes da mata atlântica em SC, como dunas, manguezais, florestas e restingas. Ao todo, 92 espécies da fauna e da flora são apresentadas, com sua distribuição geográfica. O leitor é convidado a conhecer o comportamento, as características e curiosidades de cada planta e animal.
Segundo Cristina, o maior desafio foi transformar dados científicos em material acessível e atraente para aproximar o leitor das belezas naturais da Capital.
São 250 fotografias, na maior parte coloridas. Carlson aproveitou a extensa malha de trilhas e caminhos para registrar as paisagens que melhor representassem os ambientes descritos no livro. Ele percorreu praticamente toda a extensão da Ilha. Apenas 22 fotos foram tiradas no Continente.
A Mata Atlântica na Ilha de Santa Catarina, de Victoria Bisheimer, Cristina Santos e Victor Carlson. Lagoa Editora, 272 págs., R$ 48.

07 Dezembro 2009

Novo livro!

O livro "A Mata Atlântica na Ilha de Santa Catarina" já está a venda nos sites:
www.livrariacultura.com.br
www.livrariasaraiva.com.br

04 Dezembro 2009

Novo livro!


25 Setembro 2009

A Julie est très Jolie

22 Agosto 2009

Fora Sarney e a patrulha


Como já era esperado a tuma do movimento social não apareceu. Claro, agora estão abraçados com elles. Todavia, um "patrulheiro do discurso" veio sondar quem estava na manifestação, com aquela deliquência típica de quem se avora como dono da verdade, mas estava mesmo era preocupado em nos acusar de aproveitar o caso Sarney para prejudicar a Ideli. Um verdadeiro chantagista social. Apareceu também um outro movimento Fora Sarney, mas esse avisou que se tivesse alguém vinculado a partido, que não é o meu caso felizmente, seria convidado a sair. Num primeiro momento parece bonito, afinal um movimento apartidário. Mas na verdade são da mesma turma. Quando a bandeira não é deles não pode ser de mais ninguém. Repito, tudo chantagista social.

21 Agosto 2009

Fora Sarney


Este é o banner que produzi para a manifestação "Fora Sarney" que será realizada sábado (22/08/09) a partir das 10h30 na esquina democrática do Calçadão da Felipe Schmidt. Os cidadãos indignados terão o direito de acertar um tomate no sujeito.
É claro que a turma da chantagem social (movimentos sociais, ongs, sindicatos, mst...) não vai aparecer, agora estão abraçados com elles.

22 Julho 2009

Solidariedade com Honduras

O povo de Honduras precisa do nosso apoio a favor da democracia e contra a invasão nefasta do bolivarianismo chavista e da delinquência moral e chantagista do discurso "social". Chavez, Morales, Correa, Zelaya, Lugo no mas.

09 Julho 2009

Visita ilustre

Recebi a visita ilustre do ilustrador, jornalista e roterista Zé Dassilva. Entrincheirado no Rio de Janeiro, resolveu visitar os amigos para dividir conversas, nega-maluca, mé (Stella Artois), salame e gongorzola. Nesse meio tempo, bolou a charge do Diário Catarinense de sexta-feira, que registrei devidamente.

23 Janeiro 2009

A boa ação do dia

Hoje fui dar uma volta com o meu cachorro na UFSC e encontrei uma coruja, provavelmente machucada, de uma espécie que não conhecia. É uma coruja-orelhuda (Pseudoscops clamator)com aproximadamente 40cm de altura. Como estava sem celular, interrompi um piquinique romântico de um jovem casal, pela causa ambiental, para acionar a Annye (minha esposa) que procurou a Cristina, uma amiga bióloga, que nos passou o contato da Polícia Ambiental. Cerca de uma hora depois a coruja foi recolhida com destreza pelo Sargento Vieira.



Governo sem comando

Não, não é um texto sobre o Bush, mas é parecido com ele. Recentemente uma opinião escrita por Bob Woodward (famoso pelo caso Watergate) refletia que uma das piores características do Bush era fugir dos conflitos de sua equipe de trabalho. Parece que alguém aqui tem o mesmo problema:

O estilo do presidente Lula de governar, permanecendo pouco tempo em Brasília e aproveitando qualquer pretexto para fazer discursos nas mais longínquas regiões do País ou no exterior, como se estivesse permanentemente em campanha eleitoral, impede a coordenação das decisões e a ação harmoniosa dos principais órgãos da administração direta.
A desastrada concessão do status de refugiado político ao terrorista Cesare Battisti pelo ministro da Justiça, que desprezou uma decisão contrária do Comitê Nacional para os Refugiados, ignorou o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, e acabou gerando uma crise diplomática com o governo italiano, foi uma amostra da desarticulação decisória do governo. Outra são as sucessivas interferências do assessor especial da Presidência, Marco Aurélio Garcia, e do ministro de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, em assuntos de política externa, à revelia do ministro do Exterior quando não contra a sua orientação. A confusão, porém, não se limita à área diplomática. A mais recente foi provocada pela tramitação do projeto do novo Código Florestal, no Congresso, onde quatro ministros vêm trombando entre si.
Endossando várias propostas formuladas por entidades ambientalistas, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, apoia a proibição do cultivo nas margens de rios, defende a adoção de severas restrições ao desmatamento e quer que as propriedades rurais na Amazônia preservem 80% da floresta. Pressionado por ruralistas, o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, quer impor a preservação de apenas 50% da floresta. Seus assessores classificam a proposta de Minc como "catastrófica" para a agricultura.
De tanto ser criticado por ambientalistas e por Minc, Stephanes decidiu não mais participar de reuniões em dependências do Ministério do Meio Ambiente. Cansado do que chama de "versões fantasiosas" divulgadas por Minc, como informou uma reportagem do Estado, de sábado, ele exigiu que as discussões relativas aos aspectos mais polêmicos do projeto do novo Código Florestal sejam travadas em salas do Ministério da Agricultura.
Por sua vez, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, que sempre esteve em rota de colisão com o ministro da Agricultura, agora o apoia na luta contra o ministro do Meio Ambiente, formando uma inusitada aliança política. Cassel não perdoa a Minc ter acusado o Instituto Nacional da Reforma Agrária (Incra) de ser ineficiente no combate aos desmatamentos promovidos por assentados na Amazônia e discorda da proposta dos ambientalistas de estabelecer pena mínima de 3 anos de prisão para quem plantar em encostas de morros. Se for convertida em lei, afirma Cassel, a medida poderá levar para a cadeia os pequenos agricultores que, há décadas, plantam café e frutas nas encostas. "Não dá para toda semana alguém ?descobrir? a Amazônia", diz o ministro.
Para tentar fortalecer-se politicamente, o ministro do Meio Ambiente pediu à chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, que o apoiasse na luta contra os ruralistas. Mas, ao mesmo tempo, ele investiu contra o ministro de Assuntos Estratégicos, que é o responsável pelo Plano Amazônia Sustentável, reclamando da morosidade com que preparou o projeto de lei que possibilitará a rápida regularização de 297 mil posses de terras na Amazônia. O problema é que, nessa questão, Dilma ficou ao lado de Mangabeira, pois pretende converter esse projeto, juntamente com as obras do Programa de Aceleração do Crescimento, em bandeira na campanha eleitoral de 2010. Enfraquecido, Minc mudou subitamente de posição. Depois de retirar o apoio à metade das propostas encaminhadas por entidades ambientalistas, ele agora quer se reaproximar de um antigo aliado, o ministro do Desenvolvimento Agrário.
A exemplo do que ocorreu em outras acirradas polêmicas travadas por integrantes de seu governo, o presidente Lula não se pronunciou até agora sobre o novo Código Florestal nem tomou qualquer iniciativa para tentar pôr fim ao confronto interministerial que mostra a falta de comando e a confusão administrativa reinantes na Esplanada dos Ministérios.
Sua prioridade agora, em termos de conflitos, é acabar com o do Oriente Médio.
(Editorial O Estado de São Paulo, 23/01/09)

26 Outubro 2008

O governo do PT acabou


O gráfico acima conta a história do governo do PT.
É um retrato fiel do que aconteceu nesse período.
O Brasil surfou na tsunami da alta das commodities, na demanda por matéria-prima da China e na liquidez de dinheiro no mercado financeiro internacional.
Tudo que alavancou nossa economia nesse período foi fruto de uma conjuntura externa que agora foi para o ralo.
Enquanto isso, não fizemos nenhuma reforma. Não nos preparamos para a época das vacas magras como agora.
Para não dizer que nada foi feito, pelo menos reduziram nossa exposição a dívida externa em dólar...
O problema é que com o fim desta festa da liquidez de dinheiro como vamos pagar as contas do nosso governo?
Vão continuar batendo recordes de arrecadação?
Terão que aumentar muito os impostos para compensar a queda de preços e da atividade industrial.
Mas isso é possível?
O governo do PT acabou, não tem mais dinheiro sobrando para distribuição de assistencialismo, PAC, aliança com penca de partidos...
Incompetentes. Por um populismo típico da américa-latina perderam uma ótima oportunidade para ajustar o país.
Fonte do gráfico: http://nathal.zip.net/